sábado, 27 de junho de 2009

Entendendo o propósito Divino


Já lhe ocorreu alguma vez que sua vida está sem propósito, sem sentido ou sem razão de ser?
Essa incessante busca do ser humano, para tentar entender qual o propósito de Deus para a vida, tende a crescer e a se elevar ainda mais. Quanto mais evoluimos, quanto mais aprendemos, quanto mais coisas nos ocupamos, SE ESTAS NÃO ESTÃO CONECTADAS COM A LUZ, mais ainda nos parece faltar uma direção.
Esse tipo de deliberação, de intento, de mira, de seriedade ou de juízo, as quais o dicionário nos dão como definições para a palavra propósito, são muitas vezes determinados fora e contra a nossa vontade.
Quantas e quantas vezes achamos que estamos fazendo o correto, o melhor que podemos, e nada de bom ou de diferente nos acontece? Utilizamos nossos conhecimentos, força de pensamento, fé, coragem, mas uma lacuna insiste em permanecer aberta. Quantas vezes isso ocorre?
Entender qual o propósito Divino é uma tarefa um tanto quanto delicada. Até mesmo porque o caminho de uma pessoa não é o de outra. Somos seres semelhantes, mas não iguais. É como uma grande torre de Babel. Cada um tem o idioma que domina e no qual gostaria de se comunicar. Ou então como o Universo, cheio de estrelas, Galáxias e constelações, onde cada um daqueles planetóides tem sua função e papel específico. Cabe então ao instrutor multilingue, ao criador dos céus e da terra, Deus, falar e agir individualmente para cada um destes mesmos seres.
Saiba, porém, que qualquer que seja o seu propósito nesta vida - bom ou ruim, amplo ou reduzido, definitivo ou passageiro, justificável ou não - que UM é quem determina todas as coisas. Por mais que não o vemos ou não o entedamos ELE tem estado na frente das coisas.
Como diz um provérbio: "Há muitos propósitos no coração do homem, mas é o conselho do Eterno que prevalece."
SHALOM ALEICHEM

Trecho do livro: Quem és tu Domingo?
- O que me falta? Tudo que faço, faço pela Igreja! O que mais precisarei?
Asebes não queria ofender o já cansado e desanimado rapaz. Suas intenções eram as melhores. O potencial que Domingo demonstrara, mesmo nas adversidades, eram consideradas qualidades compreensíveis e admiradas de um santo Católico. O que acrescentar á isso?
- Não sou eu quem responderá a essa sua pergunta. Á meu ver Deus é quem lhe mostrará o caminho.
- O senhor está querendo dizer que preciso de uma prova concreta, de um sinal patente de que Deus é comigo?
Que Deus é contigo eu não tenho dúvidas, mas... Um sinal seria interessante. - Talvez nesta nossa viagem você consiga sentir ou absorver algo além. - Disse o Reitor, servindo um pouco de vinho e pães para Domingo.
- Mas eu...
- Não se exaspere mais, - disse Asebes interrompendo o afoito rapaz que rapidamente se transformava em homem, - creia que há um propósito Divino muito maior diante de ti.

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